
Syaoran voltou-se lentamente. Fernando Nunes estava atrás do deputado Fujitaka e apontava uma escopeta calibre doze para a cabeça do pai de Sakura.
- Você vai me levar naquele helicóptero, canalha - falou o bandido - E isso, se não quiser que eu mate Fujitaka agora mesmo.
- Pois pode atirar, imbecil! - falou Syaoran - Se você o matar, terá eliminado a única garantia de vida tem!
Nunes vacilou por um instante e Syaoran percebeu ao ver o cano da escopeta se desviar cerca de cinco centímetros. Era a oportunidade que ele estava esperando. Com cuidado para não ferir o deputado, Syaoran disparou com precisão diabólica, alcançando o centro da testa de Nunsa, fazendo-o cair, já morto, no chão.
Fujitaka respirou fundo e sentando-se num degrau da escada, falou:
- Desta vez, achei que tinha chegado a minha hora!
Syaoran ajudou-o a se levantar e disse-lhe:
= Vamos para casa, senhor... Sakura está anciosa para vê-lo e para contar sobre o seu casamento!
Fujitaka ergueu o copo num brinde aos noivos, dizendo:
- Ao homem que salvou a minha vida! E que salvou minha filha vai ser uma eterna maluca!
Um pouco mais tarde, quando os convidados para o casamento de Syaoran e Sakura já tinham ido embora, Fujitaka e Eriol sentaram-se num sofá para conversar.
- Infelizmente, não conseguimos apanhar Escobar - falou Eriol. Fujitaka, sorrifente, vendo sua filha e seu genro que subia para o quarto, falou:
- De qualquer maneira, desarticulamos esta conexão. E liquidamos este foco de lavagem de dinheiro!
Do alto da escada, Sakura chamou o pai e quando este olhou para ela, Sakura disse:
- Hoje eu a estou usando, papai! - falou a moça - Mas aposto que será por pouco tempo...
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